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	<description>Artist collective</description>
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		<title>THE ASTROBOY &#8211; FLOW MY TEARS</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jun 2013 19:52:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[The Astroboy]]></category>

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		<description><![CDATA[(PAD02613) CD &#124; DL<br />Minimalism, drama, tension and release, experimentalism and pure abstraction are some of the characteristics of The Astroboy’s work in Flow my Tears, certainly a highlight in Portuguese contemporary music.<br />//////////<br />Minimalismo, drama, tensão e libertação, desejo exploratório, abstração pura e capacidade de experimentação são algumas das características que definem o trabalho de The Astroboy em Flow My Tears, momento ímpar na produção musical portuguesa contemporânea.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/the-astroboy/the-astroboy-flow-my-tears/attachment/tab1" rel="attachment wp-att-1095"><img class="alignnone size-full wp-image-1095" title="TAB1" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2013/06/TAB1-e1371412021285.jpg" alt="" width="600" height="600" /></a></p>
<p>(PAD02613) CD | DL</p>
<p>The abstract approach of some instrumental electronic music is often related to a cinematographic universe, in which the music is usually seen as a soundtrack for an imaginary film. This notion is crystallized on <em>Music for Films</em>, seminal work by Brian Eno. Surely not as common is a book-inspired electronic music record. This is the case of <em>Flow my Tears</em>, the new record by The Astroboy, alias of Portuguese musician Luís Fernandes, and the follow-up of <em>The Chromium Fence </em>(2011).</p>
<p>The title is directly related to <em>Flow my tears, the policeman said</em>, awarded novel by American writer Philip K. Dick whose story is translated into music in the course of  8 tracks that define The Astroboy’s new record. The translation process isn’t made as if the record is a soundtrack to the book. Instead, the book’s dystopia and key points inspire a specific musical framework in which words act as a score, and music as a reaction.</p>
<p>The Astroboy’s admiration for the <em>kosmische</em> universe, already patent on his (also P.K. Dick related) previous work, reaches a new level with the participation of Qluster (Hans-Joachim Roedelius, Onnen Bock and Armin Metz) on two of <em>Flow my Tears </em>tracks. Hans-Joachim Roedelius, with his solo work, with Cluster, Harmonia or Brian Eno, personifies krautrock and the german electronic music of the seventies along with Klaus Schulze and the late Conrad Schnitzler, and has inspired a new generation of musicians in which The Astroboy deservedly belongs.</p>
<p>“Say Hello to Jason” and “The Jukebox”, the two Qluster collaborative tracks act as devotional moments in which our focus is not only set to space, but to the infinite space of our imagination. But the record isn’t a pure homage to The Astroboy’s beloved musical scene, and a unique artistic imprint is clearly felt all through the record, as if the artist’s main influences haven been absorbed and then recycled to originate something new. Minimalism, drama, tension and release, experimentalism and pure abstraction are some of the characteristics of The Astroboy’s work in <em>Flow my Tears</em>, certainly a highlight in Portuguese contemporary music.</p>
<p>Rui Miguel Abreu</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>O carácter abstrato de muita música eletrónica instrumental costuma favorecer a associação ao universo cinematográfico e de muitas obras é comum dizer-se tratarem-se de peças para filmes imaginários, facto que encontra eco direto na seminal obra de Brian Eno <em>Music For Films</em>. Menos comum é a música eletrónica que nasce das páginas dos livros, mas é exatamente disso que se trata em <em>Flow My Tears</em>, novo trabalho de The Astroboy, projeto de Luís Fernandes que sucede a <em>090309 </em>e <em>The Chromium Fence</em>.</p>
<p>Da leitura de <em>Flow My Tears, the Policeman Said</em>, romance de ficção científica de Philip K. Dick editado originalmente em 1974, nasceu o impulso para o novo trabalho de The Astroboy. Luís Fernandes assume gostar de trabalhar sobre «conceitos pré-definidos», ou seja, gosta de impor balizas para as suas derivas musicais. Neste caso foi a leitura de <em>Vazio Infinito</em>, título português da já referida obra de Philip K. Dick, que inspirou o fluxo de <em>Flow My Tears </em>(já o trabalho anterior remetia para o fantástico universo deste escritor). Neste caso, este novo trabalho de The Astroboy é muito menos uma tentativa de banda sonora para o universo explorado no livro, e muito mais um trabalho inspirado pela leitura, pela interpretação da distopia imaginada pelo escritor americano, pelo próprio ritmo que as páginas sugerem. A leitura como partitura. A música como reação.</p>
<p>Luís Fernandes nunca escondeu nas suas anteriores edições a sua dívida ao lado mais «kosmische» da música alemã dos anos 70 e neste álbum, que o músico e compositor acredita encerrar um ciclo, essa ligação foi levada até às últimas consequências através de um convite endereçado a Hans-Joachim Roedelius, uma figura incontornável na história do krautrock, género que ajudou a desenvolver ao lado de gente como Conrad Schnitzler ou Dieter Moebius no lendário Zodiak Free Arts Lab. Roedelius criou os Cluster, gravou com Brian Eno e editou alguns dos mais definitivos tratados cósmicos aplicados à música, tratados esses que têm inspirado muitos dos cultores da presente cena musical de sintetizadores, onde The Astroboy também navega.</p>
<p><em>Flow My Tears </em>conta assim com a participação de Qluster, ou Hans-Joachim Rodelius, Onnen Bock e Armin Metz, em dois temas-chave: a peça de abertura «Say Hello to Jason» e ainda em «The Jukebox», dois planantes momentos que remetem para o espaço, mas sobretudo para esse infinito espaço interior da imaginação, onde tudo é possível.</p>
<p>Por alturas da edição de <em>The Chromium Fence</em>, Luís Fernandes assumia a influência de gente como Klaus Schulze, Cluster e Tangerine Dream, ao lado de estetas contemporâneos como Tim Hecker ou Emeralds. Em <em>Flow My Tears</em> percebe-se nitidamente que a visão se aprofundou e que paralelamente ao domínio das ferramentas de tradução de um pulsar cósmico se sente o crescimento de uma visão interior em que todas as coordenadas passadas e presentes se transformam em pontos de referência num mais vasto mapa pessoal capaz de carregar ainda o peso do mistério. Minimalismo, drama, tensão e libertação, desejo exploratório, abstração pura e capacidade de experimentação são algumas das características que definem o trabalho de The Astroboy em <em>Flow My Tears</em>, momento ímpar na produção musical portuguesa contemporânea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rui Miguel Abreu<br />
<iframe style="border: 0; width: 450px; height: 120px;" src="http://bandcamp.com/EmbeddedPlayer/album=46877354/size=medium/bgcol=ffffff/linkcol=0687f5/transparent=true/" width="320" height="240"></iframe></p>
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		<title>DEAR TELEPHONE &#8211; TAXI BALLAD</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 10:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pad_site</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dear telephone]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>

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		<description><![CDATA[(PAD02413) CD &#124; DL<br /><br />In a denser but heterogeneous mood, the band dives freely in their known fascination for everyday life and its contradictions, in the direct and puzzling speech of the characters that are embodied by the voices and in an hard and simple instrumentation.<br />//////////<br />Numa toada mais densa mas heterogénea, mergulham sem concessões no assumido fascínio pelo quotidiano e suas contradições, no discurso directo e desconcertante das personagens que as vozes encarnam e numa instrumentação dura e sem artifícios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/dear-telephone/dear-telephone-taxi-ballad/attachment/437329886-1" rel="attachment wp-att-1087"><img class="alignnone size-full wp-image-1087" title="437329886-1" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2013/05/437329886-1-e1368439420983.jpg" alt="" width="600" height="591" /></a></p>
<p>(PAD02413) CD | DL</p>
<p><em>In 2011, Dear Telephone outlined with &#8220;Birth of a Robot&#8221; – their inaugural work &#8211; a nocturnal and austere musical approach, in contrast to the colorful, literary and cinematographic references that contaminate the intimate universe of their compositions.</em></p>
<p>After an intensive year of concerts and another half solely dedicated to the construction of their first LP, they now prepare to release &#8220;Taxi Ballad&#8221;. In a denser but heterogeneous mood, the band dives freely in their known fascination for everyday life and its contradictions, in the direct and puzzling speech of the characters that are embodied by the voices and in an hard and simple instrumentation.</p>
<p>Recorded at Sá da Bandeira Studios, by José Arantes / João Brandão and mastered at Golden Mastering by JJ Golden, Taxi Ballad is to be released next May, by PAD.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><em>Os Dear Telephone alinhavaram com “Birth of a Robot” (2011) – registo inaugural da banda – uma abordagem musical nocturna e austera em contraste com o colorido das referências literárias e cinematográficas que contaminam o universo intimista das suas composições.</em></p>
<p>Depois de um ano intensivo de concertos e outro meio dedicado exclusivamente à construção do primeiro longa duração, preparam-se para editar “Taxi Ballad”. Numa toada mais densa mas heterogénea, mergulham sem concessões no assumido fascínio pelo quotidiano e suas contradições, no discurso directo e desconcertante das personagens que as vozes encarnam e numa instrumentação dura e sem artifícios.</p>
<p>Gravado nos Estúdios Sá da Bandeira por José Arantes/João Brandão e finalizado no Golden Mastering por JJ Golden, Taxi Ballad tem saída prevista para Maio próximo com o selo da PAD.</p>
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		<title>LONG WAY TO ALASKA &#8211; LIFE AQUATIC EP</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 14:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pad_site</dc:creator>
				<category><![CDATA[Long Way to Alaska]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>

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		<description><![CDATA[(PAD02213) CD &#124; DL<br /><br />
Somente quatro músicas. Quatro músicas que servem, unicamente, para nos mostrar aquilo que os quatro andaram a cozinhar nos últimos tempos. é um caminho sinuoso (mas gratificante) que nos oferece "The Life Aquatic EP", um autêntico mantra para dias soal- heiros, para manhãs acompanhadas por limonadas caseiras. “The Life Aquatic EP” faz-nos perceber que, muitas vezes, o destino é menos importante do que o próprio trilho para lá chegar.<br />//////////<br />In 2013 the band comes back with “Life Aquatic EP” to be released in April, matching their melodies with a new clothing, sound and energy. Take care for the way to Alaska is long.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/releases/long-way-to-alaska-life-aquatic-ep/attachment/c_hi" rel="attachment wp-att-1080"><img class="alignnone size-full wp-image-1080" title="c_hi" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2013/04/c_hi-e1367072702108.jpg" alt="" width="600" height="600" /></a></p>
<p>(PAD02213) CD | DL</p>
<p>A minha relação com os Long Way to Alaska &#8211; e com a música que daquelas almas brota &#8211; já leva com alguns capítulos que quase permitem considerar-me numa espécie de perito nas suas melodias.</p>
<p>Tudo começou timidamente, mas desde o primeiro encontro com as músicas do EP de estreia dos LWTA que nunca mais consegui desligar-me do que estes quatro me foram oferecendo, ao longo dos últimos anos.</p>
<p>Os Long Way to Alaska de 2013 já não são os de 2009. Disso, não há dúvidas. Se, no pas- sado, eram capazes de amansar a besta mais inquieta, hoje são ainda mais do que exímios em passar a mão no pêlo. Isto ao mesmo tempo em que se ensaia um pé de dança maroto.</p>
<p>A curiosidade que recaiu sobre este novo trabalho foi imensa. Afinal, de que forma pode- riam os LWTA continuar um trabalho tão esplendorosamente iniciado com &#8220;Melodies to Greet Sunrise and Feed Sunset&#8221; e prolongado por um disco de debute &#8220;Eastriver&#8221;? Falamos aqui de discos que os levaram a calcorrear e a fazer sonhar este cantinho banhado pelo Atlântico e pelo Mediterrâneo com possíveis trilhos para terras longínquas.</p>
<p>Somente quatro músicas. Quatro músicas que servem, unicamente, para nos mostrar aquilo que os quatro andaram a cozinhar nos últimos tempos. é um caminho sinuoso (mas gratificante) que nos oferece &#8220;The Life Aquatic EP&#8221;, um autêntico mantra para dias soal- heiros, para manhãs acompanhadas por limonadas caseiras. “The Life Aquatic EP” faz-nos perceber que, muitas vezes, o destino é menos importante do que o próprio trilho para lá chegar.</p>
<p>Dizem que hoje, 25 de Março de 2013, é o dia de mais temporal do ano, mas isso pouco interessa quando se tem como companheiro de viagem um disco que obriga ao loop con- stante, numa tentativa mais do que bem conseguida de afastar o mau tempo, o mau olhado e a má sorte.</p>
<p>Discos destes são mais do que uma colecção de temas: são talismãs, que nos deixam a salvo de qualquer tentativa exterior de destabilização.</p>
<p>Corro o EP de uma ponta a outra e, de repente, a chuva que se faz sentir lá fora deixa de ter importância, porque depois da tempestade haverá sempre a bonança. é isso que me dizem os Long Way to Alaska.</p>
<p>E, depois de correr por &#8220;Air&#8221;, King Of Your own (aqui acompanhados por Miguel Nicolau dos Memória de Peixe), &#8220;Aquatic Brotherhood&#8221; e &#8220;Beacon Fire&#8221;, não poderia deixar de concordar e de acenar positivamente a tudo o que me contam: uma ode ao sonho, à sau- dade, à esperança no amor.</p>
<p>Por mais lamechas que possa parecer/soar isso pouco me importa, pois sei que com este mel no coração poderei bradar bem alto que tudo é possível. Para isso, basta recorrer à atitude certa &#8211; não sei qual esta será, mas sei que a banda sonora passa, de certeza, pelas quatro músicas que compõem &#8220;The Life Aquatic EP&#8221;.</p>
<p>Não deixo de sentir que esta é a ponte para o futuro risonho dos Long Way to Alaska. Aqui, o destino pouco importará, já que o caminho faz-se destas pérolas, destes pedaços de sonho. Tudo o que vier por aí nos próximos tempos será sempre por acréscimo à vida pequena (mas terna) destes quatro cavalheiros.</p>
<p>Joaquim Durães</p>
<p>////////////////////</p>
<p>With a 4 song “Melodies to Greet Sunrise and Feed Sunset” EP, Long Way To Alaska cre- ated a small but enthusiastic hype in late 2009, typical of indie societies of today. With its debut record “Eastriver”, LWTA’s natural habitat, of luminous and melodic pop, has developed its fruits and is prepared to pick them up, with deserved credit. What we can hear in this record are 10 simple but efective, perfectly sculptured songs of rich textures. It’s wise to recommend such songs as “Long Beach Palm Trees” and “United Colours of Patapon” for its infinity of melodic resources and freshness. After a one year hiatus, the band comes up with Yonder Year, a one song release that settles a turning point to their music.</p>
<p>In 2013 the band comes back with “Life Aquatic EP” to be released in April, matching their melodies with a new clothing, sound and energy. Take care for the way to Alaska is long.</p>
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		<title>STEREOBOY &#8211; OPO</title>
		<link>http://pad-online.com/releases/stereoboy-opo</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Apr 2013 00:19:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Stereoboy]]></category>

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		<description><![CDATA[(PAD02313) CD &#124; DL <br /><br />"o álbum de estreia de Stereoboy é um disco para sair à rua a correr, ver pessoas conhecidas e desconhecidas, esperar para ver o amanhecer, fazer planos para o futuro, desfazer planos para o futuro, cometer erros, começar tudo de novo, deixar tudo para trás, celebrar a misteriosa dinâmica da vida e guardar tudo no disco duro da memória colectiva"<br />//////////<br />Stereoboy is the alias of portuguese musician Luís Salgado, now joined by Sofia Arriscado on a path in which electronic music merges with guitar fuzz to form an interesting kind of pop. It reminds us of the times when “teenager” used to mean wearing over- used jeans, trite t-shirts, dirty sneakers and unkempt hair, recorded tapes leading to re-recorded tapes and garage bands coming from real garages. Stereoboy’s debut record, OPO, is out now via PAD.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/releases/stereoboy-opo/attachment/stereoboy-opo-front" rel="attachment wp-att-1069"><img class="alignnone size-full wp-image-1069" title="stereoboy-opo-front" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2013/04/stereoboy-opo-front-e1365811972531.jpg" alt="" width="600" height="600" /></a></p>
<p>(PAD02313) CD | DL</p>
<p>OPO, tal como acontece nas etiquetas das malas dos aeroportos, é o selo de uma passagem pela cidade do Porto. Pode ser uma chegada, pode ser uma partida, pode ser até uma escala. Mas é alguma coisa. É um selo, um carimbo, uma marca. Quando Luís Salgado aterrou no Porto há um par de anos estava longe de imaginar que iria ter um disco tingido com as cores e os cheiros da cidade conhecida por ser invicta. Mas o facto é que aconteceu. OPO é isso mesmo: o testemunho de um turista que acaba por, à semelhança do que aconteceu a D. Pedro IV, oferecer o seu coração à cidade que o acolheu de braços abertos. Entre o poema ilustrado que é “Loa ao Porto”, com as palavras de António Manuel Couto Viana na voz de Adolfo Luxúria Canibal, que abre o disco, até à espacialização sonora experimental de “Deep space love” em colaboração com blac koyote, que o encerra, há um conjunto de canções que constroem uma narrativa de cariz electrónico mas de semblante emocional. As histórias contadas em OPO pertencem à memória pessoal de Luís Salgado e de Sofia Arriscado mas podem servir de espelho para quem nelas queira ver o seu reflexo. Estas canções passaram-se no Porto mas podem ter réplicas em Tóquio, Nova Iorque ou Paris. No sentido em que são canções sobre a vida moderna, no sentido em que são transversais à condição humana. Depois de dois EPs, depois da digressão aMor na tua sala, que correu dezenas de casas de norte a sul do país e levou canções intimistas a locais onde cada qual celebra o seu intimismo, o álbum de estreia de Stereoboy é um disco para sair à rua a correr, ver pessoas conhecidas e desconhecidas, esperar para ver o amanhecer, fazer planos para o futuro, desfazer planos para o futuro, cometer erros, começar tudo de novo, deixar tudo para trás, celebrar a misteriosa dinâmica da vida e guardar tudo no disco duro da memória colectiva. Não fosse OPO um disco POP.</p>
<p>André Gomes</p>
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<p>Stereoboy is the alias of portuguese musician Luís Salgado, now joined by Sofia Arriscado on a path in which electronic music merges with guitar fuzz to form an interesting kind of pop. It reminds us of the times when “teenager” used to mean wearing over- used jeans, trite t-shirts, dirty sneakers and unkempt hair, recorded tapes leading to re-recorded tapes and garage bands coming from real garages.</p>
<p>Stereoboy’s debut record, OPO, is out now via PAD.</p>
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		<title>LONG WAY TO ALASKA</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 21:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pad_site</dc:creator>
				<category><![CDATA[Long Way to Alaska]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o seu EP de 4 músicas "Melodies to Greet Sunrise and Feed Sunset", os Long Way to Alaska geraram, nos finais de 2009, um leve mas entusiasmante hype , típico nas sociedades Indie de hoje(...)<br />//////////<br />With a 4 song Melodies to Greet Sunrise and Feed Sunset EP, Long Way To Alaska created a small but enthusiastic hype in late 2009, typical of indie societies of today(...) ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/long-way-to-alaska/long-way-to-alaska/attachment/img_4720-1" rel="attachment wp-att-1055"><img class="alignnone size-full wp-image-1055" title="IMG_4720-1" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4720-1-e1365012777561.jpg" alt="" width="600" height="399" /></a></p>
<p>Com o seu EP de 4 músicas &#8220;Melodies to Greet Sunrise and Feed Sunset&#8221;, os Long Way to Alaska geraram, nos finais de 2009, um leve mas entusiasmante hype , típico nas sociedades Indie de hoje.</p>
<p>O seu álbum de estreia &#8220;Eastriver&#8221; trouxe ao habitat natural da banda, luminoso e melódico, os frutos que souberam colher com o merecido crédito. Aquilo que nos é dado a ouvir são 10 temas simples mas eficazes, músicas perfeitamente esculpidas em texturas ricas. A escuta de temas como &#8220;Long Beach Palm Trees&#8221; e &#8220;United Colors of Patapon&#8221; é aconselhada pelo seu sem fim de recursos melódicos e frescura.</p>
<p>Após um ano de hiato, a banda surge com Yonder Year, um tema que marca um ponto de viragem na sua musicalidade.</p>
<p>Em 2013, os Long Way to Alaska surgem com &#8220;Life Aquatic EP&#8221;, com edição marcada para Abril, vestindo as suas músicas com uma nova roupagem. O caminho para o Alaska é longo.</p>
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<p>With a 4 song Melodies to Greet Sunrise and Feed Sunset EP, Long Way To Alaska created a small but enthusiastic hype in late 2009, typical of indie societies of today. With its debut record “Eastriver”, LWTA’s natural habitat, of luminous and melodic pop, has developed its fruits and is prepared to pick them up, with deserved credit. What we can hear in this record are 10 simple but efective, perfectly sculptured songs of rich textures. It’s wise to recommend such songs as “Long Beach Palm Trees” and “United Colours of Patapon” for its infinity of melodic resources and freshness. After a one year hiatus, the band comes up with Yonder Year, a one song release that settles a turning point to their music.</p>
<p>In 2013 the band comes back with &#8220;Life Aquatic EP&#8221; to be released in April, matching their melodies with a new clothing, sound and energy. Take care for the way to Alaska is long.</p>
<p>www.longwaytoalaska.com</p>
<p>www.facebook.com/longwaytoalaska</p>
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		<title>DEAR TELEPHONE &#8211; THAT VIOLIN LESSON SUCKS</title>
		<link>http://pad-online.com/dear-telephone/dear-telephone-that-violin-lesson-sucks</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2013 15:07:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pad_site</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dear telephone]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Dear Telephone estão de volta para nos presentearem com Taxi Ballad, álbum de estreia da banda. O primeiro avanço chama-se  That Violin Lesson Sucks e pode ser descarregado legalmente aqui.<br />//////////<br />Dear Telephone are back with Taxi Ballad, their debut record. The first single is called That Violin Lesson Sucks and you can download it right here.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/dear-telephone/dear-telephone-that-violin-lesson-sucks/attachment/image" rel="attachment wp-att-1049"><img class="alignnone size-full wp-image-1049" title="image" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2013/03/image-e1363791675503.jpeg" alt="" width="600" height="600" /></a></p>
<p>Os Dear Telephone estão de volta para nos presentearem com Taxi Ballad, álbum de estreia da banda. O primeiro avanço chama-se  That Violin Lesson Sucks e pode ser descarregado legalmente <a href="https://soundcloud.com/pad-online/dear-telephone-that-violin">aqui</a>.</p>
<p>////////////////////</p>
<p>Dear Telephone are back with Taxi Ballad, their debut record. The first single is called That Violin Lesson Sucks and you can download it right <a href="https://soundcloud.com/pad-online/dear-telephone-that-violin">here</a>.</p>
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		<title>STEREOBOY &#8211; NAKED</title>
		<link>http://pad-online.com/stereoboy/stereoboy-naked</link>
		<comments>http://pad-online.com/stereoboy/stereoboy-naked#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 10:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pad_site</dc:creator>
				<category><![CDATA[Stereoboy]]></category>

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		<description><![CDATA[Faça o download gratuito do novo single de Stereoboy<br />//////////<br />Download Stereoboy's new single]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/stereoboy/stereoboy-naked/attachment/stereoboy-naked" rel="attachment wp-att-1028"><img class="alignnone size-full wp-image-1028" title="stereoboy-naked" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2013/03/stereoboy-naked-e1362477492474.jpg" alt="" width="600" height="600" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Stereoboy é o projecto pessoal de Luís Salgado, que agora se junta a Sofia Arriscado num percurso onde a electrónica abraça o &#8220;fuzz&#8221; de guitarras e ambos se vestem de pop. Perpetuando o tempo em que ser &#8220;teenager&#8221; tinha a ver com t-shirts banais, calças de ganga verdadeiramente gastas, sapatilhas sujas, ausência de penteado, cassetes gravadas e re-gravadas e bandas de garagem realmente metidas em garagens.</p>
<p>2013 marca o lançamento do primeiro longa duração de Stereoboy, inspirado na cidade do Porto, com edição via PAD prevista para o mês de Abril. O tema de avanço chama-se Naked e pode ser descarregado gratuitamente <a href="https://soundcloud.com/pad-online/stereoboy-naked">aqui</a>.</p>
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<p>Stereoboy is the alias of portuguese musician Luís Sal- gado, now joined by Sofia Arriscado on a path in which electronic music merges with guitar fuzz to form an interesting kind of pop. It reminds us of the times when “teenager” used to mean wearing over- used jeans, trite t-shirts, dirty sneakers and unkempt hair, recorded tapes leading to re-recorded tapes and garage bands coming from real garages.</p>
<p>Stereoboy’s debut record will be out in April 2013 via PAD. The first single is called “Naked” and can be downloaded <a href="https://soundcloud.com/pad-online/stereoboy-naked">here</a>.</p>
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		<title>STEREOBOY</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 11:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pad_site</dc:creator>
				<category><![CDATA[Stereoboy]]></category>

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		<description><![CDATA[Stereoboy é o projecto pessoal de Luís Salgado, que agora se junta a Sofia Arriscado num percurso onde a electrónica abraça o "fuzz" de guitarras e ambos se vestem de pop. <br />//////////<br />Stereoboy is the alias of portuguese musician Luís Salgado, now joined by Sofia Arriscado on a path in which electronic music merges with guitar fuzz to form an interesting kind of pop.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/stereoboy/stereoboy/attachment/stereoboypaulo-cunha-martins_04" rel="attachment wp-att-1017"><img class="alignnone size-full wp-image-1017" title="Stereoboy©Paulo Cunha Martins_04" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2013/03/Stereoboy©Paulo-Cunha-Martins_04-e1362338016469.jpg" alt="" width="600" height="480" /></a></p>
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<p>Stereoboy é o projecto pessoal de Luís Salgado, que agora se junta a Sofia Arriscado num percurso onde a electrónica abraça o &#8220;fuzz&#8221; de guitarras e ambos se vestem de pop. Perpetuando o tempo em que ser &#8220;teenager&#8221; tinha a ver com t-shirts banais, calças de ganga verdadeiramente gastas, sapatilhas sujas, ausência de penteado, cassetes gravadas e re-gravadas e bandas de garagem realmente metidas em garagens.</p>
<p>2013 marca o lançamento do primeiro longa duração de Stereoboy, inspirado na cidade do Porto, com edição via PAD prevista para o mês de Abril.<strong id="internal-source-marker_0.20276528387330472"></strong></p>
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<p>Stereoboy is the alias of portuguese musician Luís Salgado, now joined by Sofia Arriscado on a path in which electronic music merges with guitar fuzz to form an interesting kind of pop. It reminds us of the times when “teenager” used to mean wearing overused jeans, trite t-shirts, dirty sneakers and unkempt hair, recorded tapes leading to re-recorded tapes and garage bands coming from real garages.<br />
Stereoboy’s debut record will be out in April 2013 via PAD.</p>
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		<title>DEAR TELEPHONE @ OPTIMUS PRIMAVERA SOUND</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 17:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pad_site</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dear telephone]]></category>

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		<description><![CDATA[Dear Telephone will perform at Optimus Primareva Sound 2013<br />
//////////<br />Os Dear Telephone fazem parte do cartaz do Optimus Primavera Sound 2013.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/dear-telephone/dear-telephone-optimus-primavera-sound/attachment/optimus-primavera-sound-2013-e1360110963559" rel="attachment wp-att-1008"><img class="alignnone size-full wp-image-1008" title="Optimus-Primavera-Sound-2013-e1360110963559" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2013/02/Optimus-Primavera-Sound-2013-e1361296470295.jpg" alt="" width="600" height="804" /></a></p>
<p>Dear Telephone will perform at Optimus Primareva Sound 2013.</p>
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<p>Os Dear Telephone fazem parte do cartaz do Optimus Primavera Sound 2013.</p>
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		<title>LA LA LA RESSONANCE + THE ASTROBOY &#8211;  SOLILOQUY. HANDSOME STRANGER. SEE. WHAT THE DEVIL</title>
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		<comments>http://pad-online.com/the-astroboy/la-la-la-ressonance-the-astroboy-soliloquy-handsome-stranger-see-what-the-devil#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 18:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pad_site</dc:creator>
				<category><![CDATA[La La La Ressonance]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[The Astroboy]]></category>

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		<description><![CDATA[(PAD02112)  DL <br /><br />
Live performance recorded on 21/04/2012 in Salão Nobre of Barcelos Town Hall.<br />

////////////////////<br />

Performance gravada ao vivo, sem overdubs, a 21/04/2012 no Salão Nobre da Câmara Municipal de Barcelos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pad-online.com/the-astroboy/la-la-la-ressonance-the-astroboy-soliloquy-handsome-stranger-see-what-the-devil/attachment/2038320355-1" rel="attachment wp-att-985"><img class="alignnone size-full wp-image-985" title="2038320355-1" src="http://pad-online.com/wp-content/uploads/2012/12/2038320355-1-e1354731110280.jpg" alt="" width="600" height="600" /></a></p>
<p>(PAD02112)  DL</p>
<p>Live performance recorded on 21/04/2012 in Salão Nobre of Barcelos Town Hall. No overdubs were added.</p>
<p><a href="http://padstore.bandcamp.com/releases">Free donwload</a></p>
<p>////////////////////</p>
<p>Performance gravada ao vivo, sem overdubs, a 21/04/2012 no Salão Nobre da Câmara Municipal de Barcelos.</p>
<p><a href="http://padstore.bandcamp.com/releases">Dowload gratuito</a></p>
<p><iframe width="400" height="100" style="position: relative; display: block; width: 400px; height: 100px;" src="http://bandcamp.com/EmbeddedPlayer/v=2/album=2707472255/size=venti/bgcol=FFFFFF/linkcol=000000/" allowtransparency="true" frameborder="0"><a href="http://padstore.bandcamp.com/album/soliloquy-handsome-stranger-see-what-the-devil">Soliloquy. Handsome stranger. See. What the devil by La La La Ressonance + The Astroboy</a></iframe></p>
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