Dear Telephone – Birth of a Robot
(PAD00711) CD | DL
////////////////////
Porque retomam e actualizam a grata tradição do dueto a la Lee Hazlewood/Nancy Sinatra temperando-a com um estilo seco e sincopado de interpretação vocal;
porque fazem do passado musical de cada um dos elementos do projecto e da parcimónia de meios e arranjos os ingredientes reconhecíveis mas sempre frescos de canções solidamente construída, interpretadas de forma madura e desprovidas de fátuos fogos de artifício sonoro;
porque referenciam Virginia Woolf e Hemingway sem comprometer um leve balançar de ancas ou a pulsação dinâmica dos graves;
porque incluem no repertório uma bela versão de um maravilhoso tema de Arthur Russell;
porque nos apresentam uma das vozes femininas mais agradáveis e menos maneirista dos últimos anos de produção musical nacional;
porque baptizam a banda com um nome sonante e mnemónico que facilita a concepção de um contexto simbólico, narrativo e contemporâneo para a sonoridade do projecto e das canções;
porque fazem tudo isto com um registo fixado numa tarde que se imagina relaxada, ocupando 6m2 de uma sala de 20, senhoras e senhores, saúde-se a estreia dos DEAR TELEPHONE e o nascimento do nascimento de um robot.
////////////////////
Because they bring back and update the grand tradition of the Lee Hazlewood/Nancy Sinatra duet, seasoning it with a syncopated and direct style of vocal interpretation;
Because the musical past of each member and the frugality of means and arrangements are the recognizable, yet always fresh ingredients of solidly built songs, undressed of musical will-o’-the-wisp gimmicks;
Because they refer to Virginia Woolf and Hemingway without compromising a slight swing of the hips or the bass’s dynamic pulse;
Because their repertoire includes a beautiful version of a wonderful Arthur Russell song;
Because they baptize the band with a resonant, mnemonic name that eases one’s conception of a symbolic context (narrative and contemporary) for the project’s sound and its songs;
Because they wrap up the musical object in a graphical work that is simultaneously allusive and elusive;
Because they do all this in a record set on an afternoon that one imagines to be relaxed, occupying 6 m2 in a 20 m2 room.
Ladies and gentlemen, let us salute the debut of Dear Telephone,
And the birth of “Birth of a Robot”.
////////////////////
Price // Preço = 8 euros + shipping costs
Orders // Encomendas = info@pad-online.com
////////////////////
Tracklist // Alinhamento
01. The door was white
02. A baker’s dozen
03. Providence
04. Hardly the kind of stuff to inspire social chroniclers
05. Close my eyes
06. The house was dead

sending...
[...] “Porque retomam e actualizam a grata tradição do dueto a la Lee Hazlewood/Nancy Sinatra temperando-a com um estilo seco e sincopado de interpretação vocal; porque fazem do passado musical de cada um dos elementos do projecto e da parcimónia de meios e arranjos os ingredientes reconhecíveis mas sempre frescos de canções solidamente construída, interpretadas de forma madura e desprovidas de fátuos fogos de artifício sonoro; porque referenciam Virginia Woolf e Hemingway sem comprometer um leve balançar de ancas ou a pulsação dinâmica dos graves; porque incluem no repertório uma bela versão de um maravilhoso tema de Arthur Russell; porque nos apresentam uma das vozes femininas mais agradáveis e menos maneirista dos últimos anos de produção musical nacional; porque baptizam a banda com um nome sonante e mnemónico que facilita a concepção de um contexto simbólico, narrativo e contemporâneo para a sonoridade do projecto e das canções; porque fazem tudo isto com um registo fixado numa tarde que se imagina relaxada, ocupando 6m2 de uma sala de 20, senhoras e senhores, saúde-se a estreia dos DEAR TELEPHONE e o nascimento do nascimento de um robot.” (1) [...]